Training in Tropical Taxonomy

Glossary of Tunicate Terminology

How to cite this glossary: Rocha, R. 2011. Glossary of Tunicate Terminology.

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definition
A
Plate 2, fig. G Abdome Parte do corpo do animal que compreende o trato digestivo e, em alguns grupos, também as gônadas e o coração. Localiza-se posteriormente ao tórax.
Plate 2, figs. H, I;
Plate 6, figs. C-E
Papilas adesivas Estruturas epidérmicas adesivas encontradas na região anterior da larva e utilizadas na sua fixação ao substrato.
Plate 6, fig. D Ampolas Expansões existentes na base das papilas adesivas da larva. Auxiliam na fixação ao substrato.
Plate 1, figs. C-E;
Plate 4, fig. E
Ânus ou abertura anal Orifício terminal do intestino, com margem lisa ou lobada.
Plate 1, figs. C-E;
Plate 4, fig. E
Ânus Orifício terminal do intestino, com margem lisa ou lobada.
Porção ascendente da alça intestinal Parte do intestino que segue em direção da região anterior do corpo.
Plate 2, fig. G Cavidade atrial Cavidade existente entre a parede do saco branquial e o manto.
Plate 1, fig. C;
Plate 4, figs. E, F
Abertura atrial (ou cloacal) Abertura da cavidade atrial, através da qual a água é expelida do animal. Também conhecida por abertura cloacal ou sifão exalante.
Tentáculos atriais Expansões alongadas simples presentes na base do sifão exalante; muito raros.
Plate 1, figs. G, H;
Plate 3, figs. A, B, D, F, G;
Plate 6, fig. G
Sifão atrial Abertura da cavidade atrial, através da qual a água é expelida do animal.
B
Blastozooide Zooide originário da divisão do oozooide (reprodução assexuada).
Plate 1, figs. G, H;
Plate 2, fig. G;
Plate 3, figs. A, B, D, G;
Plate 4, fig. D;
Plate 5, figs. B, G;
Plate 6, fig. G
Abertura branquial (ou oral) Local de entrada da corrente de água no animal. Também conhecida por abertura oral ou sifão inalante. Indica a região anterior do corpo.
Plate 1, figs. F, I Dobras ou pregas do saco branquial A parede do saco branquial se dobra longitudinalmente sobre si mesma, aumentando a superfície de filtração e respiração. Presente somente na ordem Stolidobranchia.
Fórmula branquial Contagem do número de vasos longitudinais internos sobre e entre as dobras branquiais (para as espécies que as possuem) ou do número de fendas entre os vasos longitudinais. A contagem é realizada do endóstilo à lâmina dorsal no lado direito, e na direção oposta do lado esquerdo.
Plate 1, figs. G, H; Plate 2, fig. G; Plate 3, figs. A, B, D, G; Plate 4, fig. D; Plate 5, figs. B, G; Plate 6, fig. G Abertura branquial (ou oral) O mesmo que abertura branquial.
Plate 1, figs. G, H; Plate 2, fig. G; Plate 3, figs. A, B, D, G; Plate 4, fig. D; Plate 5, figs. B, G; Plate 6, fig. G Abertura branquial (ou oral) O mesmo que abertura branquial.
Plate 2, fig. B; Plate 4, figs. G, H Papilas branquiais Expansões da parede interna do saco branquial, que suportam os vasos longitudinais internos. Ocorrem em Phlebobranchia.
Plate 2, fig. G; Plate 5, figs. F, G Saco (ou cesta) branquial Saco perfurado onde ocorre respiração e filtração de alimento. Equivalente à faringe dos vertebrados.
Plate 1, fig. A; Plate 2, fig. A; Plate 3, figs. E, F; Plate 4, figs. B, C Tentáculos orais ou branquiais Expansões alongadas e flexíveis existentes na margem interna do sifão inalante, próximo à sua base. Podem ser simples ou ramificados.
Bolsa incubadora Expansão do manto onde ocorre o desenvolvimento dos embriões.
Broto Zooide originário por reprodução assexuada.
Brotamento Tipo de reprodução vegetativa; ocorre de várias formas em ascídias.
C
Ceco Divertículo em fundo cego, formando uma curva a partir da parede do estômago. Comum em Phlebobranchia e Stolidobranchia.
Plate 5, fig. C Espículas calcárias Estruturas calcárias em forma de estrela ou esféricas nos Didemnidae e em Polycitorella e em forma de disco no gênero Cystodytes, presentes na túnica. Também ocorrem espículas em forma de agulha em Pyuridae.
Vesícula sensorial Órgão sensorial da larva que contém um ocelo sensitivo à luz e um otólito sensitivo à gravidade. Também chamada de vesícula cerebral.
Plate 1, fig. H Músculos circulares Feixes musculares presentes em torno dos sifões
Plate 3, fig. C; Plate 5, figs. B, E Cloaca Abertura da cavidade cloacal ou dos canais cloacais, na superfície da túnica de uma colônia.
Abertura cloacal (ou atrial) O mesmo que abertura atrial.
Plate 5, fig. B Canal cloacal Canal existente na túnica de uma colônia no qual descarregam as aberturas atriais de vários zooides.
Cavidade cloacal Cavidade para a qual descarregam as aberturas atriais de vários zooides em uma colônia
Plate 2, fig. G Lingueta cloacal Expansão da parede superior do sifão exalante.
Plate 5, figs. B, D, E, H Ascídia colonial Apresenta reprodução vegetativa, sendo que os indivíduos originados permanecem unidos por meio da túnica.
Colonia Conjunto de vários zooides originados a partir de uma única larva, que permanecem unidos pela túnica comum.
Plate 5, figs. B, D, E, H Ascídia composta O mesmo que ascídia colonial.
D
Porção descendente da alça intestinal Parte descendente do intestino.
Plate 3, fig. G; Plate 5, figs. F, G Trato ou tubo digestivo Conjunto do esôfago, estômago, intestino e reto.
Distal Parte de um órgão ou estrutura que se localiza mais distante da base ou ponto de fixação.
Plate 2, figs. C, D; Plate 4, fig. D Lâmina dorsal Membrana longitudinal existente no interior do saco branquial no lado oposto ao endóstilo, isto é, na linha média-dorsal do saco branquial. Geralmente com a margem enrolada para a direita, ajuda a direcionar o cordão alimentar para o esôfago.
Linguetas dorsais Expansões da lâmina dorsal, dividindo-a em uma série de linguetas.
Plate 1, fig. A; Plate 2, fig. A; Plate 4, figs A, B, D Tubérculo dorsal O mesmo que órgão ciliar. Proeminência existente na linha médiana-dorsal da extremidade anterior do saco branquial, próximo ao círculo de tentáculos orais; contém a abertura do duto da glândula neural. Presente em Phlebobranchia e Stolidobranchia.
E
Plate 6, fig. D Ampolas Expansões existentes na base das papilas adesivas da larva.
Vesículas ectodérmicas Esferas ocas com parede epitelial que ocorrem na túnica do tronco da larva e parecem auxiliar na sua fixação ao substrato.
Ovo Célula diploide resultante da reprodução sexuada.
Plate 6, fig. A Embrião Primeiros estágios do desenvolvimento até a formação da larva; tipicamente nas ascídias simples os embriões são planctônicos e nas coloniais são incubados.
Endocarpo Proeminência da parede interna do manto, geralmente rica em vasos sanguíneos, presente em Styelidae e Pyuridae.
Plate 2, fig. G; Plate 4, fig. D Endóstilo Estrutura presente na linha média-ventral do saco branquial, constituida por duas membranas longitudinais que definem um canal formado por células ciliadas e secretoras de muco.
Epicárdio Membrana que recobre a superfície externa do coração.
Vesículas renais Estruturas globulares na parede do corpo, relacionadas à excreção de metabólitos. Presentes em Phlebobranchia.
Plate 1, fig. G, H; Plate 3, figs. Ab, B, D, F, G; Plate 6, fig. G Sifão exalante O mesmo que sifão atrial.
G
Ceco Divertículo em fundo cego, formando uma curva a partir da parede do estômago. Comum em Phlebobranchia e Stolidobranchia.
Vesícula gástrica Cavidade auxiliar para a digestão.
Glândula pilórica Conjunto de túbulos que envolvem o intestino próximo ao estômago. Os túbulos se unem formando um duto que se abre entre o estômago e o duodeno. Às vezes o duto se expande formando uma vesícula.
Plate 1, figs. D, G, H; Plate 3, fig. G; Plate 4, fig. F; Plate 5, fig. F Gônadas Órgãos reprodutivos.
Gônada gonocórica Gônada somente masculina ou feminina.
Plate 3, fig. G; Plate 4, figs. E, F; Plate 5, figs. F, G Trato digestivo ou intestino Conjunto do esôfago, estômago, intestino e reto.
Plate 3, fig. G; Plate 4, fig. F; Plate 5, fig. G Alça intestinal Curva formada pelo intestino; pode haver uma alça primária e outra secundária.
H
Cabeça (nas ascídias pedunculadas) Em ascídias simples pedunculadas, a extremidade alargada que contém o saco branquial. Em coloniais, a porção superior da colônia de forma globosa, que contém os zooides.
Coração Estrutura tubular, presente na extremidade posterior do corpo do animal. Apresenta dois marcapassos, permitindo a circulação em ambas as direções, alternadamente.
Glândula hepática Glândula que envolve o estômago nos Pyuridae e Molgulidae.
Gônada hermafrodita Gônada na qual estão presentes uma parte masculina e uma feminina.
I
Bolsa incubadora Expansão do manto onde ocorre o desenvolvimento dos embriões.
Plate 1, figs. G, H; Plate 2, fig. G; Plate 3, figs. A, B, D, G; Plate 4, fig. D; Plate 5, figs. B, G; Plate 6, fig. G Sifão inalante O mesmo que sifão branquial.
Infundíbulo Cada uma das projeções cônicas do saco branquial voltadas para o lúmen do mesmo. Aparece em Molgulidae, alguns Agnesiinae e Corellinae, e em Hartmeyeria e Ctenyura.
Plate 3, fig. G; Plate 4, fig. F; Plate 5, fig. G Alça intestinal Curva formada pelo intestino; pode haver uma alça primária e outra secundária.
Plate 3, fig. G; Plate 4, fig. F; Plate 5, fig. G Alça intestinal Curva formada pelo intestino; pode haver uma alça primária e outra secundária.
Dilatação do intestino Inchaço na região posterior do intestino.
Plate 1, fig. H; Plate 3, fig. G; Plate 4, figs. E, F; Plate 5, figs. F,G Intestino Porção do tubo digestivo que se extende desde o estômago até o ânus.
K
Rim Saco fechado presente em Molgulidae, no lado direito do manto, com função excretória.
L
Plate 2, figs. H, I; Plate 6, figs. A-E Larva Estágio do ciclo de vida que é imatura e livre natante.
Plate 2, figs. H, I; Plate 6, figs. A-E Cauda da larva Região posterior afilada que contém a notocorda e o cordão nervoso dorsal.
Plate 2, figs. H, I; Plate 6, figs. A-E Tronco larval Corpo da larva, excluindo a cauda.
Órgão torácico lateral Estrutura circular ou alongada que aparece no manto lateralmente, na altura do tórax. Presente nos Didemnidae.
Divertículos hepáticos O mesmo que glândula hepática; está situada em torno do estômago e ocorre em Pyuridae e Molgulidae.
Plate 1, fig. F; Plate 2, fig. B; Plate 4, fig. I Vasos longitudinais internos Vasos sanguíneos presentes na parede interna do saco branquial, dispostos longitudinalmente. Presentes em Phlebobranchia e Stolidobranchia.
Plate 1, fig. H; Plate 3, fig. H Músculos longitudinais Feixes musculares presentes no manto que irradiam a partir dos sifões em direção ao abdome.
M
Plate 3, fig. G Manto Membrana que envolve o animal, por dentro da túnica, contituída por tecido epitelial, conjuntivo, muscular e vasos sanguíneos.
Malha Área do saco branquial compreendida entre 4 papilas ou entre 2 vasos longitudinais e 2 vasos transversais.
Plate 1, fig. H; Plate 3, fig. H Musculatura ou faixas musculares Conjunto de feixes musculares.
Apêndice fixador Apêndice muscular, fino e comprido, utilizado na fixação do zooide na colônia. Presente nos Didemnidae, entre a extremidade posterior do endóstilo e a margem posterior da abertura do esôfago.
N
Gânglio nervoso Estrutura oval e pequena, presente na parede dorsal do corpo, entre as bases dos sifões.
Complexo neural Associação entre o gânglio e a glândula neural.
Duto neural Duto da glândula hiponeural.
Plate 2, fig. F Glândula neural Glândula existente geralmente sob o gânglio nervoso, mas dorsal a ele na Ordem Stolidobranchia.
O
Plate 2, fig. H; Plate 6, figs. A, B Ocelo Mancha pigmentar sensível à luz, presente na larva.
Plate 1, figs. E, I; Plate 2, fig. D Abertura esofágica Abertura do esôfago a partir da faringe, ao final ou próximo do final da lâmina dorsal.
Plate 2, fig. G Pedúnculo esofágico-retal Região estreita entre o tórax e o abdome, formada pelo esôfago e o reto, presente somente em ascídias coloniais.
Plate 5, fig. F Esôfago Tubo cilíndrico conectando a faringe ao estômago. É a primeira região do tubo digestivo.
Platre 2, fig. I Oozooide Primeiro zooide de uma colônia, originado a partir da metamorfose da larva fixada.
Plate 1, figs. G, H; Plate 2, fig. G; Plate 3, figs. A, B, D, G; Plate 4, fig. D; Plate 5, figs. B, G; Plate 6, fig. G Abertura oral (ou branquial) O mesmo que sifão oral ou branquial. Sifão mais anterior pela qual a água penetra na faringe.
Plate 3, fig. D Lobos orais Expansões curtas e alargadas da margem do sifão inalante.
Plate 1, fig. A; Plate 2, fig. A; Plate 3, figs. E, F; Plate 4, figs. B, C Tentáculos orais ou branquiais O mesmo que tentáculos branquiais.
Plate 2, fig. H; Plate 6, fig. D Otólito Estrutura sensitiva à gravidade de larvas.
Ovário Gônada feminina.
Plate 1, fig. E; Plate 3, fig. G Oviduto Duto que sai do ovário e vai até a bolsa incubatória ou até a abertura atrial.
P
Vasos parastigmáticos Vasos transversais intermediários que cruzam as fendas branquiais, mas não as interrompem.
Plate 2, fig. G Cavidade atrial Cavidade existente entre a parede do saco branquial e o manto.
Plate 1, fig. A; Plate 2, fig. A; Plate 4, fig. B Anel perifaríngeo O mesmo que anel ciliado.
Área peritubercular Área em forma de V em torno do tubérculo dorsal, limitada pelo anel perifaríngeo.
Plate 2, fig. G; Plate 5, figs. F, G Saco (ou cesta) branquial Saco perfurado onde ocorre respiração e filtração de alimento. Equivalente à faringe dos vertebrados.
Pós-estômago Alargarmento do intestino médio.
Pós-abdome Parte do corpo do animal que compreende as gônadas e o coração. Presente somente em Polyclinidae, algumas Distaplia e Hypsistozoa.
Plate 2, fig. A Área pré-branquial Área compreendida entre o anel de tentáculos orais e o anel perifaríngeo.
Plate 1, fig. A; Plate 2, fig. A; Plate 4, fig. B Anel ciliado Anel de estrutura semelhante ao endóstilo situado no limite anterior do saco branquial
Pré-estômago Alargamento do esôfago, encontrado somente em algumas espécies do gênero Clavelina.
Proximal Parte de um órgão ou estrutura que se localiza mais próximo da base ou ponto de fixação.
Glândula pilórica Conjunto de túbulos que envolvem o intestino próximo ao estômago. Os túbulos se unem formando um duto que se abre entre o estômago e o duodeno. Às vezes o duto se expande formando uma vesícula.
R
Válvula retal Dois cecos que se projetam para trás no início do reto. Presente em Distaplia, Hypsistozoa e Neodistoma.
Reto Porção terminal do intestino, cuja abertura encontra-se próxima à abertura atrial.
Vesícula renal O mesmo que rim.
Rim Saco fechado presente em Molgulidae, no lado direito do manto.
Fenda retrofaríngea Fenda existente entre a extremidade posterior do endóstilo e a borda posterior da abertura esofágica.
Plate 1, fig. F; Plate 2, fig. B; Plate 4, figs. G, H; Plate 5, fig. F Fileiras de fendas Fileiras transversais de fendas no saco branquial.
S
Vesícula sensorial Órgão sensorial da larva que contém um ocelo sensitivo à luz e um otólito sensitivo à gravidade. Também chamada de vesícula cerebral.
Órgão torácico lateral Estrutura circular ou alongada que aparece no manto lateralmente, na altura do tórax. Presente nos Didemnidae.
Plate 3, figs. A, D-F; Plate 6, fig. G Ascídia simples Não apresenta reprodução vegetativa, os indivíduos encontram-se isolados uns dos outros.
Revestimento sifonal Invaginação da túnica para dentro dos sifões, terminando anteriormente à linha de tentáculos orais.
Escamas sifonais Projeções achatadas com borda arredondada, presentes nos sifões inalantes de Pyuridae e alguns gêneros de Styelidae.
Espinhos sifonais Pequenos espinhos carnosos que aparecem na parede interna do sifão inalante de Pyuridae e alguns gêneros de Styelidae.
Plate 1, figs. G, H; Plate 2, fig. G Sifões Estruturas tubulares, de tamanho variável, por onde a água entra ou sai da ascídia.
Plate 3, figs. A, D-F; Plate 6, fig. G Ascídia simples Não apresenta reprodução vegetativa, os indivíduos encontram-se isolados uns dos outros.
Espermiduto Duto que sai dos testículos e vai até as proximidades da abertura atrial, levando o esperma.
Pedúnculo Talo formado pela túnica, que eleva o animal do substrato. Em ascídias coloniais, contém o abdome dos zooides.
Plate 2, fig. H; Plate 6, fig. D Estatócito Órgão do equilíbrio. Presente nas larvas.
Plate 4, fig. I Estigmata ou fendas branquiais Fendas ou perfurações do saco branquial, margeadas por cílios.
Vaso estolonífero Expansão linear da túnica que liga vários zooides pela base. Presente em Phlebobranchia e Stolidobranchia.
Plate 1, fig. B; Plate 5, fig. F Estômago Órgão onde ocorre a maior parte da digestão.
Rim de acumulação Conjunto de células saturadas de excretas insolúveis situadas na região da alça intestinal em Ascidiidae. Aumentam em quantidade com a idade, mascarando a gônada.
Sistema Conjunto de zooides dispostos em torno de uma mesma cavidade ou canal cloacal.
T
Plate 2, figs. H, I; Plate 6, figs. A-E Larva Estágio do ciclo de vida que é livre natante.
Plate 2, figs. H, I; Plate 6, figs. A-E Cauda larval Região afilada que contém a notocorda e o cordão nervoso dorsal
Ampolas terminais ou marginais Extremidade dos vasos sanguíneos na túnica.
Plate 2, figs. H, I; Plate 3, fig. A; Plate 5, fig. A; Plate 6, fig. C-F Túnica Matriz protêica com diferentes concentrações de fibras de tunicina (semelhante à celulose), células sanguíneas e células conjuntivas que envolve o animal.
Plate 2, figs. H, I; Plate 3, fig. A; Plate 5, fig. A; Plate 6, fig. C-F Vasos da túnica Vasos sanguíneos presentes na túnica.
Testículo Gônada masculina.
Plate 2, fig. G Tórax Parte anterior do zooide, constituída pelo saco branquial e sifões.
Plate1, fig. F; Plate 4, figs. G-I; Plate 5, fig. G Vasos transversais Vasos sanguíneos presentes na parede interna do saco branquial, dispostos transversalmente.
Plate 3, fig. H Músculos transversais Feixes musculares presentes no manto, lateralmente ao tórax, na direção endóstilo-lâmina dorsal.
Plate 2, figs. H, I; Plate 3, fig. A; Plate 5, fig. A; Plate 6, fig. C-F Túnica O mesmo que túnica.
V
Vanadócitos Células sanguíneas que acumulam vanádio.
Vaso deferente O mesmo que espermiduto.
Estolão Expansão linear da túnica que liga vários zooides pela base. Presente em Phlebobranchia e Stolidobranchia.
Véu Membrana que recobre a face interna dos sifões.
Z
Plate 2, fig. G; Plate 5, figs. A, B, F, G Zooide Cada um dos indivíduos presentes em uma colônia.

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